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Ba} Stockler 25.09.2017   |   Releases

7 Perguntas Para Se Fazer Antes De Comprar Uma Franquia Em Funcionamento

Consultor da ba}STOCKLER lista algumas  dicas para ajudar o investidor na escolha da franquia

 

Investir no próprio negócio passou a ser uma alternativa para sustentação financeira considerada por muitos empreendedores, devido à falta de emprego no País. Dentre as opções de negócios, as franquias já em funcionamento despontam como solução para quem quer e precisa evitar riscos na comparação a uma operação nova. Nesse sentido, o consultor e sócio-diretor da ba}STOCKLER, Guilherme Siriani, elenca sete perguntas para o investidor fazer, aos franqueadores e seus respectivos franqueados, ates de aportar seu dinheiro:

 

1.     O empreendedor deve investir em uma franquia em funcionamento, ou começar uma operação do zero dentro da rede?

Segundo o consultor, não necessariamente a franquia nova é melhor que a franquia em funcionamento, ou vice-versa. O importante é escolher a franquia pelo segmento que se quer investir, independente se começará a operação do zero ou com uma loja já em funcionamento. O segundo passo é verificar se ela se encontra (ou se tem disponibilidade) na região pretendida. A partir desse momento, o investidor deve verificar o potencial do franqueador e disponibilidade de atuação dentro da praça escolhida. Se tudo convergir positivamente, é preferível que o investidor opte pela franqueadora mais consolidada no mercado, independentemente se será uma franquia nova ou um repasse.

 

2.     É preciso verificar se, de fato, a franquia em funcionamento é um bom negócio?

Olhar outras operações que já estão em funcionamento na rede é imprescindível para quem quer fechar um negócio no franchising. Unidades próprias ou de outros franqueados da rede devem ser consultadas para saber qual o respaldo da franqueadora e sua experiência dentro do mercado. Pesquisar a opinião dos franqueados e o grau de satisfação perante a franqueadora também é determinante para a tomada de decisão. “É muito importante conhecer a rede a fundo e checar se os franqueados que a compõe estão satisfeitos, se têm as suas demandas e dúvidas atendidas, se o franqueador confere o respaldo necessário etc.”, pontua o executivo.

 

3.     O motivo do repasse é importante na negociação? Como checar se ele é verdadeiro?

Antes de fechar o negócio, é preciso verificar quais os motivos que levaram o operador a desistir da unidade. Procure investigar junto ao ex-franqueado o porquê desse afastamento, se ele se deu por questões pessoais, divergências entre sócios, aposentadoria ou, até mesmo, incompatibilidade com o segmento etc. “Fuja de franquias com erro de escolha de ponto, uma vez que, uma loja em atividade já passou pelo tempo de maturação pós-inauguração, está consolidada na região onde atua, conferindo maior certeza que a operação já é testada, cabendo ao novo empreendedor fazer ajustes do plano de negócios e do planejamento estratégico já existente, concentrando seu foco especificamente para os resultados”, detalha o consultor. Por outro lado, o consultor faz um alerta. “É preciso tomar cuidados com redes que possuem muitas unidades a serem repassadas. A recorrente prática pode significar que o franqueador talvez não tenha um filtro rigoroso no processo de seleção, evidenciando o despreparo dos franqueados para o negócio”, considera Siriani.

 

4.     Ao comprar um negócio já em funcionamento, o ex-franqueado deve comprovar o faturamento?

Verificar o histórico de resultados financeiros da unidade em meses de médio faturamento, mostra a verdadeira rentabilidade da franquia. Evite levar em conta os meses de pico para não criar uma ilusão dos valores que a franquia fatura. Além disso, o ex-franqueado idôneo deve acompanhar os três primeiros meses de operação da unidade sob o comando do novo investidor para mostrar a dinâmica da franquia. 

 

5.     É preciso fazer uma auditoria contábil e jurídica para esse processo de repasse?

Sempre verifique os débitos com fornecedores antes de bater o martelo para fechar o negócio. Um bom contador e advogado podem ajudar a analisar todos os riscos tributários e fiscais da unidade, mesmo quando não está se comprando o CPNJ. O consultor pede atenção também a parte trabalhista, pois mesmo com a mudança de CNPJ, a loja pode acumular os encargos e processos trabalhistas, por isso, é preciso ficar atento em como foi feito os acordos com os antigos funcionários.

 

6.     De que forma a franqueadora deve atua nesse processo de repasse?

Franqueadoras que têm um sistema de gestão e expansão sérios possuem uma política de repasse consistente e estruturada. Dessa forma, uma “boa” rede de franquias auxilia em todo o processo de repasse, inclusive fornece os contatos dos franqueados de outras unidades e até de ex-franqueados para que o novo empresário faça as entrevistas com a rede remanescente. “É muito importante conhecer a rede a fundo, para o franqueador ter o respaldo necessário, para se ter certeza do que se está comprando”, lembra o especialista da ba}STOCKLER.

 

7.     O investidor deve usar 100% do capital ou é mais indicado pegar empréstimo?

Para o sucesso do negócio, o consultor não recomenda o uso de 100% do capital para a compra da franquia. “Invista no máximo 60% do capital, o restante do valor tenha como reserva para reinvestir em momentos de necessidade, ou mesmo para comprar uma segunda loja da rede a médio e longo prazo. Quanto mais caixa o empreendedor tiver, mais segurança ele sentira mediante as oscilações de mercado”, indica Siriani. Já em relação ao empréstimo, o especialista só indica se for para compra de uma segunda unidade, uma vez que a primeira unidade sustenta as necessidades em casos de mudanças de mercado. “No caso de primeira unidade, o empréstimo não é aconselhado, visto que o investidor não terá capital sobrando para o giro e para as agitações de mercado”, finaliza Siriani.



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